Uma criança é capaz de transformar qualquer caixa de papelão num castelo. Depois do castelo feito, para diante dele, e por breves instantes, fica só a olhar, orgulhosa da sua obra. Saboreia aquele instante como ninguém, apesar de saber que ao final do dia o castelo voltará a ser apenas uma caixa de papelão. Não é a ignorância que a impede de brincar no seu castelo como se não houvesse amanhã. Ela sabe tudo o que é preciso. E a verdade mostra-lhe mais ainda que toda a vontade de brincar e ser feliz só faz sentido naquele momento. Então desfruta-o, aprecia-o, valoriza-o. E no final do dia, se tiver que chorar porque a brincadeira terminou, chora! Sem vergonhas, sem máscaras. Porque é o que realmente sente. Mas nunca se esquecerá do quão boa foi aquela tarde de brincadeira. Do quanto riu e foi feliz por ter sabido olhar aquela caixa muito além do papelão. Não foi preciso um castelo, uma caixa de papelão foi bastante.
Todas as pessoas e todas as coisas têm um pouco de caixa de papelão, têm um pouco de conto de fadas. E muitas vezes esquecemos da magia de ser criança, de agarrar nesses olhos mágicos, e em cada uma ver um castelo. Esquecemo-nos de como é fácil ser feliz, ainda que a noite chegue. Esquecemos onde guardamos a faísca da inocência. De como é bom poder rir e chorar quando é isso que queremos. Esquecemos como ver nas coisas verdadeiramente simples a razão para dizer “sou feliz”!
No primeiro vídeo, podemos ver como uma criança, no seu mundo tão verdadeiro tem a felicidade em contar uma simples história...A girafa sem sono!No segundo vídeo temos um pedacinho da apresentação da exposição, e no terceiro vídeo sobre as abelhas!
Agradecemos a todos os professores que colaboraram para o sucesso deste projeto!
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